Cantei, dentro de mim, contigo,
este canto, que sentiste teu também,
mas agora permite-me que cante eu para o Rei e Senhor do meu coração:
“Só hoje senti que o rumo a seguir levava para longe…”
“Só hoje esperei já sem desespero que a noite caísse…”
e assusta cada amanhecer,
e assusta tanto cada anoitecer,
porque, atravessando as Tuas alamedas nunca “sei o que vem a seguir”
mas quem poderá calar o grito de quem caminha em Ti, só?
e só para Ti, em Ti, e em Ti, no mundo que gira?
e arrancas do peito o coração para o fazer correr… voar
atrás de Ti… pelos campos fora
por isso…
“…não posso ficar…”
dentro de mim, só
só dentro de mim ficar “um pouco de céu”
“…quero procurar…”
onde vive o Teu Coração.
Sem querer, Te persigo,
assim me inspiras a fazê-lo… assim, tão pobre que sou, que
nem é minha, a minha busca de Ti só
e planos meus para quê?,
Tu ris-Te, carinhosamente, deles
os Teus planos para mim é que são infinitamente belos
infinitamente amantes
às vezes não há “chão” que chegue para este coração
que umas vezes é tão grande,
que não cabe dentro de mim e se derrama
doce ou amargamente noutros corações
outras tantas vezes este coração é tão pequeno…
tão ínfima partícula, que o perco dentro de mim…
e não sei mais onde o deixei…
talvez o perca, sim
doce ou amargamente noutros corações
e ainda assim
tão ousadamente sabendo ser só só só Teu,
este tão coração, tão Teu, Senhor Criador de corações
sim, há qualquer coisa a nascer…
meu Deus… quererás devolver-me finalmente
esse “amor primeiro”, nesta noite tão negra da vida,
esse amor da primavera com que Tu, meu Rei, me cativaste
e me fizeste correr
voar… para sempre, para Ti só?
mas, afinal, não há palavras…
palavras efémeras há muitas,
mas perenes… só Tu, minha Palavra Amada,
Yeshuah Amado… Tu que és, “no fundo de mim”,
“um pouco de céu”
este canto, que sentiste teu também,
mas agora permite-me que cante eu para o Rei e Senhor do meu coração:
“Só hoje senti que o rumo a seguir levava para longe…”
“Só hoje esperei já sem desespero que a noite caísse…”
e assusta cada amanhecer,
e assusta tanto cada anoitecer,
porque, atravessando as Tuas alamedas nunca “sei o que vem a seguir”
mas quem poderá calar o grito de quem caminha em Ti, só?
e só para Ti, em Ti, e em Ti, no mundo que gira?
e arrancas do peito o coração para o fazer correr… voar
atrás de Ti… pelos campos fora
por isso…
“…não posso ficar…”
dentro de mim, só
só dentro de mim ficar “um pouco de céu”
“…quero procurar…”
onde vive o Teu Coração.
Sem querer, Te persigo,
assim me inspiras a fazê-lo… assim, tão pobre que sou, que
nem é minha, a minha busca de Ti só
e planos meus para quê?,
Tu ris-Te, carinhosamente, deles
os Teus planos para mim é que são infinitamente belos
infinitamente amantes
às vezes não há “chão” que chegue para este coração
que umas vezes é tão grande,
que não cabe dentro de mim e se derrama
doce ou amargamente noutros corações
outras tantas vezes este coração é tão pequeno…
tão ínfima partícula, que o perco dentro de mim…
e não sei mais onde o deixei…
talvez o perca, sim
doce ou amargamente noutros corações
e ainda assim
tão ousadamente sabendo ser só só só Teu,
este tão coração, tão Teu, Senhor Criador de corações
sim, há qualquer coisa a nascer…
meu Deus… quererás devolver-me finalmente
esse “amor primeiro”, nesta noite tão negra da vida,
esse amor da primavera com que Tu, meu Rei, me cativaste
e me fizeste correr
voar… para sempre, para Ti só?
mas, afinal, não há palavras…
palavras efémeras há muitas,
mas perenes… só Tu, minha Palavra Amada,
Yeshuah Amado… Tu que és, “no fundo de mim”,
“um pouco de céu”
