Pages

se quiseres... HOJE, O POEMA É TEU...

.
.
.
.
.
.
.



.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

"Senhor,
De cujo Amor, brotou a água,
No deserto,
Para o Povo;
De cujo Amor, nasceu a flor
Da fraga dura;
Graças te dou por seres,
Em minha vida,
Liberdade,
Por seres o pão
Que partilhado em minha mesa,
è sinal de um Reino Novo
De fartura."

Glória

.

.

.

.
"Lembro-me como se tivesse sido esta manhã…

Representantes das gentes do mundo inteiro foram encontrar-se com Deus. Eu, curioso, meti-me no meio…

Quando o encontraram, a fazer Festa em Família, pediram-lhe a Sua atenção. Tudo parou… Deus parou…

E os representantes das gentes do mundo inteiro, depois de Lhe relatarem o monte dos seus problemas, pediram a Deus um sinal: “Dá-nos um sinal do Teu Poder! Dá-nos um sinal do Teu Poder!”

Nesse momento, os pés da minha imaginação levantaram voo e fui para muito longe dali, como se me tivessem pedido esse sinal a mim.

Ao fundo do lugar em que Deus Se fazia Festa e Família à Mesa, havia uma enorme pedra. Imaginei-me a realizar ali o sinal do meu poder, como se mo tivessem pedido. Num segundo, saiu um raio das minhas mãos que cortou a rocha em tiras como se fosse manteiga, baixei e com um murro esmaguei-a de vez, pulverizei-a à segunda, e com um sopro potentíssimo do meu peito fiz desaparecer o pó como que por magia…

E, contente, aterrei de novo do voo da minha imaginação e dei comigo de novo ali, enquanto Deus conferenciava para decidir qual o sinal a mostrar…

De repente, chamaram-me. Deus mesmo chamou-me!!!
“Vem cá”, disseram…

Sentaram-me à Mesa, à Sua Mesa, virado para aquela enorme rocha que se via ao fundo… e depois, disseram-me: “Espera… Põe-te com atenção e espera…”

Eu esperava que a qualquer momento a rocha explodisse… mas não explodiu…

Esperava a luz de um raio caído do céu que a rasgasse… mas nada veio de lado nenhum…

Esperava uma força desconhecida qualquer que transformasse aquilo em nada… mas, nada…

E, então… começou a surgir, do meio da rocha, nascida de um sulco, uma flor cheia de vitalidade…

Recomeçou a Festa à Mesa de Deus! O sinal estava dado, e era perfeito! Ninguém o duvidava, naquela Mesa… Nem eu já! O sinal era perfeito. Quem estava à Mesa sabia já bem o que Deus queria dizer.

Eu comecei nesse dia a descobrir…"


Rui Santiago




..



"Que cada alma saiba acolher a melhor oferta do eterno poema de AMOR do Criador,atravessando a nudez dos desertos,que são plenos de Vida.
Que Paz transmite o deserto do nada!!!..."

For@-da-lei

.

..

.

.

4 comentários:

For@-da-lei disse...

Que cada alma saiba acolher a melhor oferta do eterno poema de AMOR do Criador,atravessando a nudez dos desertos,que são plenos de Vida.
Que Paz transmite o deserto do nada!!!...

Rui Santiago disse...

Lembro-me como se tivesse sido esta manhã…

Representantes das gentes do mundo inteiro foram encontrar-se com Deus. Eu, curioso, meti-me no meio…

Quando o encontraram, a fazer Festa em Família, pediram-lhe a Sua atenção. Tudo parou… Deus parou…

E os representantes das gentes do mundo inteiro, depois de Lhe relatarem o monte dos seus problemas, pediram a Deus um sinal: “Dá-nos um sinal do Teu Poder! Dá-nos um sinal do Teu Poder!”

Nesse momento, os pés da minha imaginação levantaram voo e fui para muito longe dali, como se me tivessem pedido esse sinal a mim.

Ao fundo do lugar em que Deus Se fazia Festa e Família à Mesa, havia uma enorme pedra. Imaginei-me a realizar ali o sinal do meu poder, como se mo tivessem pedido. Num segundo, saiu um raio das minhas mãos que cortou a rocha em tiras como se fosse manteiga, baixei e com um murro esmaguei-a de vez, pulverizei-a à segunda, e com um sopro potentíssimo do meu peito fiz desaparecer o pó como que por magia…

E, contente, aterrei de novo do voo da minha imaginação e dei comigo de novo ali, enquanto Deus conferenciava para decidir qual o sinal a mostrar…

De repente, chamaram-me. Deus mesmo chamou-me!!!
“Vem cá”, disseram…

Sentaram-me à Mesa, à Sua Mesa, virado para aquela enorme rocha que se via ao fundo… e depois, disseram-me: “Espera… Põe-te com atenção e espera…”

Eu esperava que a qualquer momento a rocha explodisse… mas não explodiu…

Esperava a luz de um raio caído do céu que a rasgasse… mas nada veio de lado nenhum…

Esperava uma força desconhecida qualquer que transformasse aquilo em nada… mas, nada…

E, então… começou a surgir, do meio da rocha, nascida de um sulco, uma flor cheia de vitalidade…

Recomeçou a Festa à Mesa de Deus! O sinal estava dado, e era perfeito! Ninguém o duvidava, naquela Mesa… Nem eu já! O sinal era perfeito. Quem estava à Mesa sabia já bem o que Deus queria dizer.

Eu comecei nesse dia a descobrir…

SHALOM

Muito Obrigado por este bocadinho

figlo disse...

Senhor,
De cujo Amor, brotou a água,
No deserto,
Para o Povo;
De cujo Amor, nasceu a flor
Da fraga dura;
Graças te dou por seres,
Em minha vida,
Liberdade,
Por seres o pão
Que partilhado em minha mesa,
è sinal de um Reino Novo
De fartura.
Anawin, Já que ofereceste o teu cantinho...obrigada! Glória

anawîm disse...

Agradeço muito muito muito as vossas partilhas aqui... e do que ficou no silêncio

Agradeço muito muito...

Glória, um abraço muito especial para ti... este cantinho já é mais de quem o queira fazer nosso do que meu.
Volta sempre